Outras pegadas históricas
| Castro de la Ciudad |
Riveira |
|
|
Os nossos antepassados celtas ocuparam estas terras durante várias gerações até a romanização, há quase 2000 anos. Da sua cultura conservamos muita peças (armas, jóias, utensílios...) e, como não, restos das suas construções emblemáticas: os castros. |
Em Riveira, ainda não muito explorado, a jazida castreja mais popular fica no chamado Monte da Cidá, 40 metros mais alto do que o Miradouro da Pedra da Rã e do cume conhecido como O Castro. Aqui é fácil identificar alguma ou outra parede das casas, ou formas circulares enterradas por completo.
Outros restos castrejos podem-se encontrar em Artes, Castiñeiras, no Monte Facho ou no Monte Tahume, e com maior acessibilidade, os conhecidos como Castros do Porto Dabaixo, situados em pleno Parque Dunar, a 100 metros da Lagoa Pequena ou de Vixán. |
|
Subir
 |
| - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - |
|
| Molhe Fenício |
Aguiño |
|

|
 |
Conhece-se por esta denominação o velho pontão situado na Covasa, em Aguiño. Esta fileira de enormes pedras ordenadas em três níveis tem dividido os investigadores. Uns estudos asseguram que estas pedras assim tão bem dispostas são os restos de um porto que os fenícios construíram em Aguiño para fazerem escala nas suas viagens comerciais frequentes pelas nossas costas aí pelos séculos XII a VIII a. C., altura em que este povo do Oriente Médio encontrava-se no esplendor do seu êxito comercial. No entanto, voltando à polémica, outros defendem que se trata de vestígios de uma fábrica de salga dos tempos áureos em que os catalões ajudaram ao impulsionamento da economia da região.
O Molhe Fenício encontra-se a 500 metros do autêntico porto de Aguiño. Está bem sinalizado e a única dificuldade é o último troço, porque não está asfaltado. |
|
Subir
 |
|
|
|
|